domingo, 4 de janeiro de 2015

De autoria outra

Viva todos os dias
Fique com alguém
que sabe onde o seu coração está

Jung


Je suis

Une erreur justifie l'autre?
m'a dit cette nuit
certainement pas
mais peut-être que ce est mon erreur
ne vous méprenez pas
et que ce soit clair
alors bien sûr toujours croire moi
avoir la sécurité que vous ne pouvez pas me donner
sans toujours trop prissy
croyez-vous que je serai toujours
pendant que vous
va et vient
et je?
alors je ai encore
espoir patiente pour un changement
qui semble ne jamais obtenir
et ma jalousie vous encourage





Ciclo do juízo

Ri-se porque é feliz
Mas tudo depende do riso
e da felicidade
Um riso que magoa, ainda sim é riso?
Felicidade pra quem?
Riso de quem?
Pra maldizeres?
Riso de escárnio não é riso
É rio forte,
que avança a água sobre as margens
e mata a vegetação ripária
Esta, protege o rio
E o riso de escárnio a mata
O rio mata o próprio Rio.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Fim do caminho

As águas de março que fecham o verão correram pra janeiro.
Tom Jobim que me perdoe a transliteração. 
"É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho"
Nenhuma parte me cabe tão bem como esta
A mim e ao meu desentendimento
À peripécia de um sonho desconstruído
Não creditado e desacreditado
Toda vez que eu ignoro x ou y, a canção é destoada
Quando desacredito, acontece
Sou eu quem sinto e ninguém mais
Cada um sabe do seu e do que não aguenta mais
Sentimentos são bem próprios, como alguém bem me dizia
Cada um carrega o seu e sorte se houver empatia
É o fim da canseira

P.s: Sorte de quem é compreendido antes de julgarem uma bobagem